segunda-feira, 13 de agosto de 2012


Amigos:
Ontem, Domingo, dia 12-08-2012, todos faltaram à convocatória.
É certo que há quem esteja de férias, é certo que outros moram longe, mas também é certo que outros, não estando de férias e residindo nesta maravilhosa aldeia, andam simplesmente na balda.
Depois não se queixem se um dia destes acordarem todos empenados mais parecendo velhinhos de oitenta anos. Olhem que para alguns de vós também já não falta muito.
Enfim, como os colegas não apareceram, o solitário Escritor1, não estando hoje especialmente vocacionado para treinar sozinho, pedalou na direcção de Rio Maior para se encontrar com alguns amigos que supostamente compareceriam, como é hábito, no Chocolate em Flor. 
Ali, confirmando as suas expectativas, juntou-se a um simpático e animado grupo de cerca de dez elementos, de entre os quais se destaca a participação de duas senhoras, partindo então ali para os lados de Tagarro. Um belo percurso, com umas belas subidas, muito do agrado do Escritor1, mas que foi sendo alvo de algumas críticas por parte das participantes femininas devido à sua dureza em alguns momentos. 








Apesar de tudo correu bem o treino de hoje, o pessoal deu-se bem, o ambiente como sempre esteve animado, “plantaram-se algumas figueiras”, mas no final ninguém se aleijou verdadeiramente que é sempre o mais importante, passando-se assim mais uma bela e descontraida manhã de Domingo na companhia de bons amigos.
Aqui fica uma palavra de agradecimento para todo o grupo que, unânimemente, decidiu alterar a sua rota previamente planeada para acompanhar o Escritor1, hoje um pouco limitado em termos de tempo, rumo a casa.
Para além da vertente desportiva o BTT tem esta capacidade, a de fomentar a união entre os seus praticantes e acima de tudo a amizade. O Escritor1 congratula-se por, em poucos anos e através da prática desta modalidade, ter efectivamente conhecido alguns bons e grandes amigos. Como diria o Técnico: “Isto é o verdadeiro BTT”.
Até para a semana amigos.
Não se deixem dormir.
MalaqueijoBTT.


domingo, 5 de agosto de 2012


Amigos:
É altura de férias, cada um de nós foi para seu lado e por isso nos últimos tempos não se registaram actualizações, no entanto, embora isoladamente, alguns de nós não deixaram de treinar pois o vício é muito.
Como não fazemos parte daquela reduzida percentagem da população que se pode dar ao luxo de gozar férias todo o ano, cá estamos de novo. Hoje “reiniciámos os trabalhos”, mas para já, embora com muito atraso, procede-se à publicação da nossa última crónica, desta vez redigida pelo Mano1.
Assim, no passado dia 19 de Julho de 2012, às 22:27, o Mano1 escreveu:

Caros, eis mais um Domingo de btt, para muitos é o princípio de umas redundantes férias e para outros o regresso à realidade. Ainda existem os outros, que regressaram a este desporto e outros que aproveitam para solicitar equivalências nas universidades....
Mas vamos ao que interessa.
Ponto de encontro  abituee? MARGINAL DE MALAQUEIJO, pelas oito da manhã, apenas o MANO1 e o EMIGRANTE DO MARKETING, pois o MECÂNICO, agora com aquela idade....saudades....gosta de outros tipos de bikes..., o PINTOR, ao que ouvimos está em negociações com a compra do Autódromo do Estoril, para nossos treinos de tanto quadro que vende!!!, o EMIGRANTE2 com tanta tecnologia nem o relógio desperta..., o MANO2, recordam-se, pois, agora tem desculpa, está a preparar mais um evento Nacional em Rio Maior, III ENDURO RIO MAIOR/MOTOS, também um vício.
Falta o ESCRITOR, esse senhor anda a treinar sozinho ?, será?, pensamos que tenha uma “personal trainer”....
Desta vez rumámos até uma localidade vizinha, o Outeiro da Cortiçada, de encontro a mais um grupo de admiradores desta modalidade, enganem-se, pois apenas apareceu o grande PINTOR.. Vitalino e lá iniciámos a voltinha por zonas diferentes.
Passámos na bela e digna quinta do Cubo, visitámos o parque GINGAREL!!!, bonita obra, parabéns a quem idealizou. Continuando a onda cultural, atravessámos o famosíssimo Vale da Chouriça onde, segundo a história existia uma sala de massagens....
De salientar que as subidas faziam parte integrante do percurso e algumas delas com um grau de inclinação aceitável, onde destacamos uma subida até um marco geodésico, com uma vista muito simpática.
Depois rumámos até uma zona mais conhecida, o Porto de Oliveira, sempre deslumbrante e com arvoredo “qb” fazendo suportar o calor.
Obrigado PINTOR de Outeiro Cortiçada por estes momentos, esperamos que nos retribuas com tua visita.
De regresso à nossa ALDEIA, teríamos de ultrapassar mais uma subida, e que subida, escolhi uma pequenina junto à quinta do Dr. Carlos Borges, parecia uma parede....

NOTA: Por vezes ficam admirados como falo da minha ALDEIA, como exemplo, vejam, temos satélites de todos os canais televisivos com canal aberto e canais pagos....
até para a semana.

* * * * * * *

Registada a crónica do Mano1, à qual não foi adicionada a respectiva reportagem fotográfica por dificuldades técnicas do mesmo, procede-se resumidamente ao registo da jornada de hoje, a qual se desenrolou da seguinte forma:
Concentração, 8:00 horas, como sempre na Avª Principal.
Compareceram apenas o Escritor1, o Emigrante1 (ou Escritor2) e o Técnico.
Sem percurso previamente planeado partida em direcção ao “Single Track “ da Calhariz, Linha do Comboio, Casal Paúl, Almoster, Vila Nova do Coito, Marmeleira.
Da Marmeleira para Malaqueijo breve paragem para ligeiras afinações.



Em Malaqueijo deixámos o Técnico já bastante desgastado, longe da sua melhor condição física devido às sucessivas faltas aos treinos. Apesar da sua juventude, isto aqui não há milagres.
Após, percorrendo mais alguns quilómetros em redor da nossa bela aldeia, o Emigrante1 furou. Excelente ocasião para testar a sua perícia ao nível da mecânica. “É nestas alturas que sentimos a falta do Mano1!” (palavras do Emigrante1 – só podia estar a brincar).



Dali para a frente foram mais alguns quilómetros e duas belas subidas, vencidas com relativa facilidade embora o Emigrante1, em tom de desabafo, tivesse confessado ter “as pilhas meio gastas”.
Testámos assim hoje a nossa condição física após alguns dias de paragem. Com dois ou três treinos retomaremos a forma habitual.
 Mais uma vez correu tudo bem apesar de o Escritor1 ter plantado uma figueira ali para os lados de Vila Nova do Coito. Embora tenha perdido algumas gotas de ADN, felizmente foi mais o aparato que outra coisa.
Amigos, para a semana entramos no ritmo normal, compareçam, ficam desde já todos convocados, até lá, um abraço.
MalaqueijoBTT.

terça-feira, 10 de julho de 2012


Caros colegas e amigos:
Mais um Domingo, mais um fim-de-semana passado.
Como habitualmente acontece nesta maravilhosa aldeia, no primeiro dia de cada semana e no local desde há muito por nós escolhido para a concentração, ou seja, a Majestosa Avenida Principal de Malaqueijo, juntaram-se o Escritor1, o Mano1 e, hoje inesperadamente, o Emigrante2, para durante mais algumas horas matarem o vício, e o corpo, praticando a mais bela de todas as modalidades desportivas, o BTT.
Encontrando-se dois destes elementos algo desgastados devido a uma boa noitada e muito poucas horas de descanso, pois a idade não perdoa e “elas não matam mas moem”, o treino de hoje prometia ser de muito sofrimento, mas nada a que não estejamos habituados, especialmente quando o Mano1 decide escolher o percurso.



Mais uma vez nos aconteceu hoje esse enorme pesadelo, o costume. Várias cancelas e becos sem saída, voltas para trás, bicicletas às costas, pernas arranhadas, braços esfolados, enfim, mais uma vez nos questionámos se fazíamos BTT ou um teste de sobrevivência.
Hoje fomos à descoberta de novos caminhos ali para os lados do Outeiro da Cortiçada, freguesia presidida por um amigo nosso. Nosso amigo pessoal e amigo dos praticantes de BTT em geral, sem dúvida, pois nas estradas da referida freguesia abundam os buracos, o que é ideal para a prática desta modalidade. Nesta parte apenas uma queixa a apresentar, o que decerto faremos na primeira oportunidade, a imensa falta de placas de sinalização que, aliada ao péssimo sentido de orientação do Mano1, nos causou hoje imensos problemas.


         Já no regresso rumámos ao sempre magnífico “Single Track da Calhariz”, sendo que já nas proximidades do mesmo passámos por momentos muito angustiantes. O caso não era para menos. Tínhamos que ultrapassar um dificílimo obstáculo, uma estreita e improvisada ponte, a muitos metros de altura, cortando ventos ciclónicos, sobre águas muito turbulentas e recheadas de crocodilos. Tinha por isso razão o Mano1 que, vacilando a meio da referida ponte, tremia como varas verdes.



         Registe-se que nesta fase o apoio psicológico dos colegas foi determinante para que o referido indivíduo não viesse parar cá abaixo, correndo o risco de morrer afogado naqueles perigosíssimos rápidos com cerca de 20 centímetros de profundidade. Valeu ainda a coragem e determinação de um dos colegas que se prontificou a exemplificar a melhor forma de fazer tão perigosa travessia.




Passado o perigo e com uma enorme sensação de alívio foi um saltinho até casa.
Mais uma vez correu tudo bem e a malta divertiu-se que é o mais importante. Lamentámos apenas a ausência de alguns amigos, como o Técnico (estafado da acima referida noitada), o Cantor (que talvez ande em digressão), o Emigrante1 (…?), ou o 5º elemento (que já nem reconhecemos).
Lamentamos ainda o facto de não termos acedido ao convite dos nossos amigos de Rio Maior, atentos os motivos acima mencionados, mas depois daquele complicado treino noturno decidimos não o fazer pois aquela malta é jovem, anda muito e fartar-se-ia de esperar por nós. Haverá mais oportunidades.
De qualquer forma agradecemos o facto de se lembrarem de nós.
Boa semana a todos
Boas pedaladas.
MalaqueijoBTT.

Informamos ainda que a presente crónica será actualizada com fotos tiradas pelo Mano1, assim que ele as conseguir enviar por Mail....., talvez daqui a uns seis meses.


quinta-feira, 5 de julho de 2012


Amigos:
Antes de iniciarmos o relato da crónica, salientamos o secreto treino que o Escritor1 e o Técnico foram apanhados a efetuar na quente manhã de sábado, quiçá para apurar a forma e melhorar as prestações nas longas distâncias.
Para a jornada deste Domingo perspetivava-se uma sessão mais ligeira e menos longa que aquilo que já vem sendo hábito deste grupo de amigos, todos eles naturais da bela aldeia de Malaqueijo.
Às 8h00 em ponto lá estavam na Principal Alameda de Malaqueijo o Rapaz que está emigrado lá para os lados de Leiria (Escritor 2) e o Mano 1, que partiram ao encontro do outro emigrante, que ainda repousava, de uma noite dura, quiçá! Às 8h30 lá partimos rumo a mais uma agradável manhã de Domingo. Como já era caminhava para tarde decidimos rumar para os lados de Santarém, percorrendo agradáveis trilhos, num ritmo não muito elevado mas agradável. Como o Mano 1 se tinha auto-nomeado o timoneiro da jornada lá nos calharam as inevitáveis transposições de cancelas, vedações, portões, bicicleta às costas, enfim o normal.








A primeira fase do percurso foi a descida até S. João da Ribeira, onde apanhámos o já conhecido caminho da linha. Aqui subimos em direção à Louriceira, onde fizemos um belo estradão, rápido e agradável, mas como estávamos a seguir as coordenadas do Mano 1, passados escassos quilómetros estávamos no ponto de partida.
Seguimos em direção a Almoster, onde passamos a famosa ponte de pedra. Seguiu-se uma agradável subida e mais um estradão. Passado este estradão, o Mano 1 avistou um carreiro, onde só cabia um pequeno ruminante e exclamou: ”e se fossemos por este carreirinho?”. Com a nítida sensação que nos íamos perder mais uma vez… mas como estávamos com tempo, acedemos. Pura ilusão, fomos brindados com um fantástico (este adjetivo é muito escasso para o prazer que o trilho deu aos presentes) e completo singletrack, com descidas, subidas, túneis por entre as árvores, areia, gincanas entre os eucaliptos… Realmente fabuloso! A repetir, sem dúvida.














Maravilhados com o trilho que acabávamos de fazer, fomos sair ao campo de futebol do Casal da Charneca. Seguimos então em direção de Vila Nova de Coito (uma aldeia com um nome muito engraçado!), onde encontramos um simpático colega, o Filipe Oliveira, que nos abordou e prontamente se juntou a nós. Seguimos em direção à Vila da Marmeleira, onde começámos a decidir qual a subida que iriamos fazer rumo a casa. A opção recaiu sobre a fantástica subida da Azambujeira (que termina junto à Jobolo), uma vez que o colega Filipe queria fazer algo “giro e longo”. Sobrava-lhe vontade e genica – bela subida que ele fez! Terminada a subida, encaminhamos o nosso amigo Filipe de regresso aos Casais Lagartos, regressámos a Malaqueijo, fazendo mais um pequeno trilho que veio sair aos tanques, tendo terminado aqui a nossa jornada.

Foi uma manhã de Domingo bastante agradável. Queremos agradecer a todos os presentes, assim como a todos os populares que cumprimentámos com a nossa boa-disposição matinal, em troco de valiosas indicações sobre os caminhos a seguir.
De salientar a qualidade das fotografias e o empenho que o emigrante 2 coloca na sua captação. A retificar fica o horário de saída.
     Boa semana a todos
     Boas pedaladas.
     MalaqueijoBTT.

terça-feira, 26 de junho de 2012


Amigos:
É com uma enorme satisfação que o grupo de MalaqueijoBTT comunica a todos os que habitualmente nos acompanham, de uma forma ou de outra, que no passado Domingo fizemos um treinozito um pouco mais longo. Um percurso que já tínhamos em mente há vários meses e que só agora foi possível concretizar, graças também à colaboração de outros colegas que nos acompanharam, pois desta vez houve necessidade de utilizar outros meios logísticos de que habitualmente não precisamos.
Assim, o Mano 1, o emigrante e o escritor, em representação do nosso grupo e acompanhados de três bons amigos de Rio Maior, um banqueiro, um mecânico de bikes e um homem do petróleo, partiram de Rio Maior pelas seis da matina rumando ao Parque das Nações.



Parque das Nações - 7:00 horas
O objectivo era percorrer os “Caminhos de Santiago”, Lisboa-Santarém.
Chegados ao local escolhido para a partida e afinadas as Bikes com a colaboração de um colega que se revelou exímio na arte de “encher pneus”, quando eram 7:30 demos início à tarefa para hoje programada.
O tempo por ora estava óptimo mas prometia aquecer.
Após alguma confusão no início do percurso, causada por um GPS meio patalouco e graças ao qual fizemos seguramente cerca de 10 quilómetros suplementares, lá conseguimos entrar no trilho marcado, ali mesmo junto à Ponte do Rio Trancão.

Últimas instruções
Daqui para a frente entregámos a tarefa de relatar a jornada de hoje ao emigrante, que doravante também poderá ser apelidado de escritor 2, o que é para nós também motivo de satisfação pois como já havíamos sugerido em outras ocasiões, o Blog tem que estar sempre actualizado e não podemos depender de um só elemento.
O escritor 1 esforçou-se no arranque inicial e agora contará com a preciosa ajuda do escritor 2. É com muito agrado que verifica ter escolhido bem, o rapaz tem jeito, aqui vai a sua primeira crónica:

Este Domingo cumpriu-se uma das etapas mais almejadas pelo Mano 1, Parque das Nações – Aldeia mais bonita de todo o Ribatejo e arredores (Malaqueijo), seguindo os Caminhos de Santiago.
A partida deu-se cedinho, às 5h45 em ponto lá estavam 3 presenças, o Mano 1, o Escritor e aquele rapaz que está emigrado ali para os lados de Leiria (que doravante poderemos passar a chamar de Emigrante 1, visto perspetivar-se uma presença mais assídua de um rapaz que está emigrado ali para os lados da Capital, que será o Emigrante 2). A primeira tranche do percurso foi ate Rio Maior, onde nos encontramos com os três restantes companheiros de jornada, gente importante, o Homem do Petróleo, o Homem dos Seguros e um consagrado Mecânico. (O Homem dos Seguros ingere o 1.º Gel, antes de partir – de carro – para Lisboa).


GPS avariado
Partimos em direção ao Parque das Nações, preparámos as nossas inseparáveis companheiras (foi consensual a opinião de que a quantidade de ar injetada nos pneus foi em demasia – No dia a seguir agradecemos todos a existência do Halibute) e partimos à aventura – O Homem dos Seguros ingere mais um Gel. O início não foi fácil, tendo os elementos optado por um percurso de Warm Up, enquanto encontrávamos o caminho certo. Enquanto se debatia se para trás ou para diante, o escritor ausentou-se por breves minutos de forma a subtrair algum peso ao organismo e não diminuir o rendimento.


Finalmente no trilho
A primeira parte foi extremamente divertida, constituída por um agradável trek à beira do Trancão. A diversão nesta parte não se ficou apenas pelo usufruto do agradável percurso mas também pelo encontro de alguma personagens, como o Último Grande Samurai da Bobadela, que também estava a aproveitar a manhã Dominical para manter a forma enquanto mantinha a ordem e o respeito.
A fase seguinte foi menos entusiástica, caracterizada por bastante alcatrão (que como todos sabemos faz muito mal aos pulmões), tendo a monotonia sido quebrada apenas por um inusitado “verter de águas” no meio da via pública pelo afamado Mecânico, assim como um regurgitoso furo (que o diga o escritor – que ficou com os óculos cheios de latex) na bicicleta do mesmo elemento, tendo sido resolvido em escassos minutos e com recurso à mais apurada tecnologia ao serviço da indústria velocipédica, e com uma valente buzinadela de um veículo da CP, que contribuiu para um súbito aceleramento cardíaco dos elementos do grupo. Chegávamos ao Carregado – O Homem dos Seguros aproveitava para ingerir mais duas saquetas de Gel. Destacamos algumas vistas muito interessantes para aquela hora, avistadas na longa ciclovia de Alverca.


Museu do ar/OGMA


Estação da CP - Alverca
Passado o Carregado voltámos a entrar em estrada não alcatroada, em longos estradões pelo meio de belas cearas de tomate. Rolava-se bem, os elementos pareciam em excelente forma e mais que preparados para aguentar a jornada, principalmente o Homem dos Seguros que exibia a sua excelente condição ao dar-se ao luxo de pedalar só com uma perna. Aqui 4 dos elementos foram “vítimas” de mais uma brincadeira dos elementos da dianteira, que se esconderam e passaram pelos outros a alucinante velocidade gritando bastante. São daqueles devaneios que voltando a colocar o selim passam prontamente.

Vila Nova da Rainha - mais um gel












Entrados no concelho do Cartaxo, entramos na bela localidade de Valada, onde encontrámos alguns peregrinos caminheiros e onde se começou a discutir o almoço… Sendo que a maioria já sentia um “ratinho” no estômago. Consensualmente a opção recaiu sobre repastar na nossa capital de distrito no restaurante do nosso bem conhecido Micas, onde pudemos desfrutar das afamadas bifanas daquela, do sabor de duas latas de uma bebida caramelizada de origem americana, símbolo do capitalismo (ninguém nos paga para referir marcas mas estamos completamente receptivos a propostas), assim como um encorajador apoio de um belo exemplar feminino do Instituto Nacional de Emergência Médica. Aqui tivemos a primeira (e praticamente única) subida, que dobrámos com relativa facilidade.

Restaurante "Micas"




Preparávamos para a última fase da jornada. Os três elementos de Malaqueijo abdicaram de uma pomposa e apoteótica chegada à bela Aldeia de Malaqueijo, para levar os colegas de jornada à nossa sede concelhia. O percurso escolhido foi a antiga linha do comboio das minas de carvão, conhecida por nós, simplesmente pela Linha. Adivinhava-se um caminho muito divertido e onde já contávamos com o Escritor no auge da sua forma psicológica, que andava um pouco em baixo durante algumas partes do percurso. Aqui deu-se uma mais que inesperada quebra de rendimento do Homem dos Seguros, que já não tendo qualquer Gel para consumir fez esta última etapa com alguma dificuldade e com o grande apoio dos demais elementos e colegas de jornada (no BTT, a solidariedade e o companheirismo são claras premissas).


Rotunda A15 - Rio Maior
Chegados a Rio Maior, foi hora de cuidar das nossas companheiras de duas rodas, servindo-lhe um reconfortante banho quente, antes de parar no Chocolate em Flor para encerrar a jornada com mais uma bebida caramelizada, bem fresquinha. 
Foi uma jornada bastante agradável, com um percurso longo mas sem grandes dificuldades. Uma experiência claramente a repetir, caminhando por outros trilhos. 
O Escritor 2.

*
Um grande agradecimento aos nossos amigos de Rio Maior que nos acompanharam e nos ajudaram nesta jornada. Contamos sempre com eles e também eles poderão sempre contar connosco.
Afinal de contas o BTT é isto. Convívio, diversão e acima de tudo, amizade.
Até para a semana.
Boas pedaladas.
MalaqueijoBTT.

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Amigos:
         Têm razão aqueles que se queixaram pelo atraso na actualização do Blog, mas a culpa não foi do escritor que por problemas técnicos esteve sem Internet durante toda a semana. Por esse motivo apenas hoje nos foi possível satisfazer a curiosidade dos nossos amigos, especialmente daqueles que nos últimos tempos têm esquecido o grupo, vão passear para o Alentejo ou vão cortar ervas, no próximo Domingo talvez plantem couves.
Enfim, o treino do passado Domingo desenrolou-se nos moldes habituais talvez apenas com três factos a destacar:
- A participação de um novo colega, um conterrâneo nosso que desde há muito prometia aparecer e que finalmente se decidiu. Esperamos que tenha gostado e que apareça mais vezes, tudo fizemos para que assim seja, não apertámos muito;
- Uma aparatosa queda do técnico, felizmente sem consequências, momento que por ser rápido e inesperado não foi possível registar;
- Um selim muito incómodo que depois de três ou quatro paragens esteve quase a ser removido pelo respectivo utilizador.


                                                           
  
No final correu tudo bem e a malta divertiu-se que é o mais importante. E ainda inventámos uns caminhos à moda do ausente Mano1.
Até para a semana.
Boas pedaladas.
MalaqueijoBTT.